Campanha da Fraternidade 2025 da CNBB quer salvar árvores e não almas

15/03/2025

A Campanha da Fraternidade 2025 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) escolheu o tema "Fraternidade e Ecologia: cuidar da casa comum". A campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente.

No entanto, a escolha do tema tem sido criticada por alguns setores da Igreja Católica, que acreditam que a prioridade da Igreja deveria ser a salvação das almas e não a preservação do meio ambiente.

Estamos em um momento crítico da Igreja e do mundo. Um tempo em que os católicos mais necessitam de espiritualidade para conseguir passar por essa fase com a ajuda do Senhor. E justo neste momento de desespero espiritual, onde as pessoas não sabem que caminho seguir, vem a CNBB falar de árvores?

Deus deu ao homem o domínio de toda a criação. Tudo que foi feito é para o nosso bem. A natureza, que leva a mão de Deus através dos séculos, sobrevive independente da ação do homem. No auge da era industrial, final do século XIX e início do século XX, toda a indústria dependia das árvores, pois quase tudo era movido a vapor, até mesmo os fogões domésticos. Podemos citar ainda que um dos maiores países do mundo, EUA, tem e teve a grande maioria de suas casas construídas com madeira, entretanto nunca faltou árvores para isto. Portanto, Deus cuida de sua criação. Claro que preservar é importante. Mas certamente não é tarefa de quem cuida das almas se preocupar com um assunto estritamente mundano.

"Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas." Quando o homem busca em primeiro lugar as coisas do mundo, só encontra derrota e fracasso. E como disse Jesus, aquele que busca as coisas de Deus, muito mais lhe será acrescentado. Se todos os homens se voltassem para Deus e seguissem fielmente seus mandamentos, certamente receberiam uma natureza exuberante e perfeita. Como pode o homem moderno, afundado no pecado, querer te algo de bom neste mundo?

De nada adiantaria salvar todas as árvores do mundo deixando todas as almas caírem no inferno. Jesus deixou sua Igreja para salvar almas. Para as coisas do mundo existem outros meios.

Salvando almas é que se salva também a natureza. Não adianta a CNBB estar falando em salvar a natureza para uma população descrente, ávida por interesses materiais. Ao contrário, se primeiro salvassem as almas, estas mesmas almas, em estado de graça, vivendo com seu pensamento e atos constantes no Senhor, seriam os primeiros a defender a natureza.

Analisamos os erros da Campanha da Fraternidade 2025 da CNBB para mostrar que a preocupação com o meio ambiente não deve ser prioridade da Igreja.

Erros da Campanha da Fraternidade 2025 da CNBB

1- A prioridade da Igreja é a salvação das almas, não a preservação do meio ambiente.

A Igreja Católica tem como missão pregar o Evangelho e salvar almas. A preservação do meio ambiente é importante, mas não é a prioridade da Igreja. Esta campanha é continuação das ideias da Laudato si e o Sínodo para a Amazônia. Uma ideia que vem do globalismo com vistas à Agenda 2030.

2- A preocupação com o meio ambiente é uma distração da missão da Igreja.

A Igreja não deve se preocupar com as coisas do mundo, como o meio ambiente. A missão da Igreja é espiritual e deve se concentrar na salvação das almas. Esta campanha cria uma distração nos católicos e os afasta ainda mais das coisas de Deus. Tirar as almas de seu foco que é o Criador, e faze-las voltar-se exageradamente para a criação é um erro tremendo, que só pode vir de pessoas de pouca ou nenhuma fé.

3- A preservação do meio ambiente é responsabilidade dos governos e de outras entidades.

A Igreja não tem a responsabilidade de cuidar do meio ambiente. Essa responsabilidade é dos governos e de outras entidades. Esta ideia de querer um mundo maravilhoso, de posse dos bens terrenos é típica da Teologia da Libertação. É sabido que a CNBB tem esta tendência de cuidar do bem estar social e das coisas deste mundo, algo que passa longe do cuidado das almas. Nesta campanha, não se fala de Jesus, de Nossa Senhora, é apenas algo mundano, longe de levar algo de útil para a vida espiritual de um católico.

4- A Campanha da Fraternidade 2025 da CNBB é uma tentativa de se popularizar.

A CNBB está tentando se popularizar ao escolher um tema que é popular entre a população. No entanto, isso não é uma boa estratégia, pois a Igreja deve se concentrar em sua missão espiritual. A entidade é conhecida por envolver-se em temas mundanos, como já fez em campanhas anteriores, mas em vez de se popularizar, se afunda ainda mais desagradando aos católicos verdadeiros e a qualquer pessoa que tenha um pouco de senso crítico.

Conclusão

A Campanha da Fraternidade 2025 da CNBB é um erro. A Igreja deve se concentrar em sua missão espiritual, que é a salvação das almas. A preservação do meio ambiente é importante, mas não é a prioridade da Igreja. Por mais árvores que um católico salve, por mais cuidado que tenha com o meio ambiente, preservando-o ao máximo, se não cuidar de sua alma, de nada valeu, pois o seu fim é no inferno.

Em vez de se preocupar com o meio ambiente, a Igreja deveria se concentrar em:

  • Pregação do Evangelho;
  • Salvação das almas;
  • Incentivar a caridade
  • Divulgar os Novísimos, para mostrar a realidade do que nos espera após a morte

A Igreja tem um papel importante a desempenhar na sociedade, mas não é o papel de cuidar do meio ambiente. A Igreja deve se concentrar em sua missão espiritual, que é a salvação das almas. Uma alma que vive em Cristo, é a primeira a reconhecer e preservar toda a criação de Deus, não pela criação em si, mas em louvor ao seu Criador. (Redação: "Vida e Fé Católica)

Nada mais consentâneo com a condição sacerdotal do que fazer uso da autoridade divina das verdades reveladas para cumprir a missão de ensinar, guiar e santificar as almas neste vale de lágrimas.